sábado, 12 de maio de 2012

Comemoração do "nada"

Muitos não entenderão.....
Muitos não tiveram o privilégio......
Mas quem esteve lá, sabe muito bem o que estou dizendo.......
Foi único, foi fantástico, foi ímpar.....pena que nem todos estavam.....
É hora de refletir....de termos um momento nosso.....
Outras oportunidades virão....
Espero estar presente...e se não estiver, que seja igual a hoje !!!!
Grande abraço a todos !!!!
Com a incompreensão de nossas respectivas, NAMASTÊ !!!!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

A imagem fala por si só

“O Homem deve manter sua amizade em constante manutenção.” (Samuel Johnson)


sábado, 14 de janeiro de 2012

Operação Carnaval

Pequeno Príncipe e a Raposa

E foi então que apareceu a raposa:- Bom dia, disse a raposa. - Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada. - Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira… - Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita. “Eu sou uma raposa”, disse a raposa.”Venha brincar comigo”, propôs o Pequeno Príncipe. “Eu estou tão triste”.“Eu não posso brincar com você”, a raposa disse. “Eu não estou cativada”.“O que significada isso – cativar?”“É uma coisa que as pessoas freqüentemente negligenciam”, disse a raposa. “Significa estabelecer laços”.“Sim” disse a raposa. “Para mim você é apenas um menininho e eu não tenho necessidade de você. E você por sua vez, não tem nenhuma necessidade de mim. Para você eu não sou nada mais do que uma raposa, mas sem você me cativar então nós precisaremos um do outro”.A raposa olhou fixamente para o Pequeno Príncipe durante muito tempo e disse: “Por favor cativa-me.”“O que eu devo fazer para cativar você?” perguntou o Pequeno Príncipe.Você deve ser muito paciente”. Disse a raposa. “Primeiro você vai sentar a uma pequena distância de mim e não vai dizer nada. Palavras são as fontes de desentendimento. Mas você se sentará um pouco mais perto de mim todo dia.”No dia seguinte o principezinho voltou.“Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais me sentirei feliz. Ás quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens por exemplo a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração…É preciso ritos.”Então o Pequeno Príncipe cativou a raposa e depois chegou a hora da partida dele – “Oh!” disse a raposa. “Eu vou chorar”.“A culpa é sua”, disse o Pequeno Príncipe, “mas você mesma quis que eu a cativasse”.“Adeus”, disse o Pequeno Príncipe.“Adeus”, disse a raposa. “E agora eu vou contar a você um segredo: nós só podemos ver perfeitamente com o coração; o que é essencial é invisível aos olhos. Os homens têm esquecido esta verdade. Mas você não deve esquecê-la. “Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa…”


L. Guilherme.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Carta aos Amigos

Meus amigos,

Devido a minha falta de tempo, não pude participar mais ativamente dos preparativos de nossos festejos. Mas a data nostálgica me levou a escrever este texto.

Tive dúvidas de como começaria a escrever. Mas, como de praxe, resolvi começar pelos agradecimentos. Primeiramente agradeço à DEUS, que nos proporcionou a oportunidade de encontrar e conseguir aglutinar pessoas tão especiais. Faz-nos crer que nada disso foi por acaso. Depois agradeço as nossas famílias, começando pelos nossos pais e irmãos que participaram do momento mais turbulento, nos aturando na acepção da palavra. Depois as nossas esposas e filhos, que apesar de pegarem uma parte mais branda, também passam por algumas situações. É bem verdade que alguns não entendem muito bem e indagam: - Mas o que é isso? Raposa? De novo? Mas tenho certeza que depois da noite de hoje, algumas coisas serão esclarecidas. Agradeço a todos os que de alguma forma contribuíram com a Raposa ao longo destes anos. Outros agradecimentos farei ao final do texto.

Feitos os agradecimentos, decidi passar para alguns pontos que me chamarão a atenção ao longo desses 20 anos. 

Sendo assim, como poderia me esquecer da tarde do dia 10 de dezembro de 1991. Fomos todos para o Colégio Cenecista Manoel Duarte, onde cursávamos, ou pelo menos a grande maioria, o 1º ano do 2º grau, chamado hoje de ensino médio. Antes de entrarmos, nos reunimos e decidimos que nada de importante havia de se fazer, pois já havíamos feito as provas. Portanto, nos locomovemos diretamente para a Rua Alcebíades Moraes, 415 - na Serra do Sambê, mais especificamente para residência do nosso 1º presidente o Dr Paulo Cordeiro, pai de nosso amigo Guilherme. Lá chegando, fomos direto para piscina. Uma verdadeira festa, uma saudável brincadeira com amigos, digna, em alguns casos, do que hoje é tratado como bulling, mas para nós, era apenas a intimidade de amigos que cresceram juntos. Olhando todo aquele cenário, me dirigi ao amigo Guilherme e o disse: - Isso é muito bom, mas vai acabar. Precisamos fazer algo para nos manter unidos. 
E foi daí que surgiu a idéia de fundar um bloco carnavalesco logo batizado de Raposa, afinal era consenso que o bloco tinha que ter o nome de um bicho. O objetivo principal era manter os amigos unidos. E hoje, percebemos que este objetivo foi atingido.

Lembro-me de nosso 1º carnaval, em 1992, das flechas de ubá, em que só dois blocos desfilaram, o Sossego e o recém-nascido Bloco Carnavalesco da Raposa, que começou sua trajetória, trazendo na letra de seu samba o senso crítico que lhe é peculiar, afirmando que “ser prefeito no Brasil é tirar doce de neném”. Depois falamos da alegria do carnaval. Logo em seguida, falamos de futebol, que sempre foi a nossa outra paixão. E o numero de blocos foi aumentando.

Surgiram então, as saudáveis e históricas rivalidades com os co-irmãos Bloco do Bode, que diga-se de passagem muito nos ajudou em nosso início e o bloco do Pelerman, principalmente por conta da competição constituída nos desfiles de blocos. Tivemos então, dois desfiles inesquecíveis, um em que viajamos a Bahia e o outro que contamos na avenida a “Fábula da Raposa”. Como me esqueceria dos momentos que antecederam o carnaval, do trabalho incansável de Tio Almir, Cosme e Dengó, com a ajuda e participação de todos os membros, inclusive do “carpinteiro Jamil e do “pintor” Neno. A locomoção dos carros alegóricos até a avenida também não dá para esquecer. Outro ponto que não nos foge a memória, foi o entusiasmo do nosso “mestre” substituto, que pulava a cada toque do surdo, assim como ver nosso primeiro presidente, um médico renomado, empurrando um carro alegórico. Afinal, do que a Raposa não era capaz? 

Como não se lembrar das brigas e do carnaval de 1998 na Rua Bangu em Rio das Ostras, que selou a paz entre todas as “tribos” contemporâneas a nossa.  

O tempo foi passando e começamos a nos notabilizar por conta de nossa bateria. Nossas estadias em Rio das Ostras, serviram para que isso ficasse claro. Tocávamos samba com qualidade e cada vez nos exigíamos mais. Quem não gostava de samba, passou a gostar. Novos membros foram chegando a Raposa foi tomando corpo. Viajamos as Minas Gerais e levamos o nosso samba. 

Iniciava-se uma nova etapa, que nos fazia ainda mais notados e principalmente cada vez mais unidos. Surgia a Raposa do Samba, que muitos momentos de alegria nos trouxe, destacando-se a nossa participação no festival da canção, com duas musicas de autoria de nosso amigo Luiz Muniz, pai daquele que é sem dúvida o maior músico da Raposa, nosso amigo Leandro, o nosso Grilinho. As musicas foram “Amargo da Dor” e “Transformações”, que nos levou ao segundo lugar. Os nossos primeiros pagados no “shopping” não saem da nossa memória.

Muitas festas, pagodes, amigos ocultos, confraternizações. A Raposa conseguiu, nos manteve unidos por 20 anos e com a permissão de Deus, por mais alguns anos. 

Estive pensando em como definir a Raposa. A Raposa não é apenas uma roda samba, mas a nossa alegria e a nossa energia quando tocamos, contagia a pessoas. As vibrações emanadas, tocam as pessoas. A Raposa não é simplesmente um encontro de amigos que trocam idéias, brincam, tomam a sua cerveja. Este não é o seu principal combustível. A AMIZADE move a Raposa e isso é fato. Não há como explicar a Raposa com palavras. É algo surreal para uns, para mim é ESPIRUTUAL, porque é algo que começa no âmago de nosso ser. Um verdadeiro sentimento de irmandade que nos une, nos mantém unidos e que nos faz conhecer um ao outro de forma que nem pessoas muito queridas e próximas conseguem. 

Talvez seja por isso que algumas pessoas não entendam “os porquês” da Raposa. Como disse não é com palavras que se explica. A Raposa, é preciso sentir. É preciso ter a pré-disposição de querer viver um pouco da Raposa para entender. 

Por isso amigos, agora venho fazer os agradecimentos que me referi inicialmente, que para mim são primordiais. Obrigado a cada um de vocês que viveram a Raposa. Obrigado por tudo o que fizeram por mim e por me ajudarem a me tornar que sou hoje. Obrigado pela dedicação, pela amizade, pelo amor de todos vocês, MEUS IRMÃOS.

André Pijama

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Bloco Carnavalesco Raposa

Fundado em 10 de dezembro de 1991, o Bloco da Raposa foi criado pela mocidade rio-bonitense com objetivo de animar o carnaval de sua cidade, através do samba empolgante proporcionado por sua peculiar bateria.

Sua composição se fez por um grupo de amigos com fins comuns, em que se vislumbravam atividades de lazer, jogos esportivos, encontros de famílias, enfim, fundamentada por uma mocidade disposta a preencher o espaço social com a integração característica proporcionada por uma juventude saudável e otimista.

O Bloco fez samba, fez pagode, desceu a Serra foi ao mar. Conquistou! Ao longo dos anos, a turma deu lugar a profissionais, trabalhadores, estudantes, pais-de-família... deu lugar a homens, que em seu cerne, encontram-se bons amigos. Na verdade, da amizade fez o seu enredo.

Em ligeira síntese, este é Bloco da Raposa - agora virtual - disposto à alegria e à animação. A Raposa, auspiciosa, espera por mais um carnaval que firmará a chegada de sua adolescência, quando, decerto, fará o povo cantar e lembrar: dos momentos da concentração; da chegada à João Carmo; do amanhecer na Fonseca Portela; do café na padaria; dos causos da noite anterior...

A Raposa agradece: "Ah! Obrigado..."

L. Guilherme.